
17 de julho - Orlando (Fl). (Demorei em produzir um texto que chegasse perto do que foi essa viagem) Esse dia alguém disse uma coisa que me fez pensar. Se é possível eu escutar o que alguém me diz? Não sei, mas gostei das palavras. Também reencontrei uma garota que não via há décadas, sobre ela eu escrevo no final.
Fazia tempo que não me sentia daquele jeito. Uma verdadeira louca, mas dessa vez no sentido de espontaneidade. Em meio de tanta gritaria, pulos entre a multidão anônima e sete companheiras (vide foto) espantadas com tamanha felicidade e excesso de sorriso vindos da minha pessoa, eu me diverti com a auto-maluquice. E as companheiras? Todas afetadas por minha insanidade. Já percebi que quando enlouqueço levo as pessoas ao redor à mesma mágica doidice. Digo mágica por ser inocente e encantadora.
Teve até um garoto que se aproximou com um certo receio, passado alguns minutos estava contaminado com a viral anomalia.
Sabe o que percebi? É essa a felicidade. Ou pelo menos parte dela. Enlouquecer com os amigos, pular quando achar que é isso que quer, gritar quando der vontade. Viver. A vida não te espera compreender o que é felicidade. E a rotina é necessária em certas situações e afazeres, mas não em tudo!
Poxa, como foi bom. Quero viver Orlando todo dia! Ah, e sabe a garota que reencontrei do começo do texto?
Fazia tempo que não me sentia daquele jeito. Uma verdadeira louca, mas dessa vez no sentido de espontaneidade. Em meio de tanta gritaria, pulos entre a multidão anônima e sete companheiras (vide foto) espantadas com tamanha felicidade e excesso de sorriso vindos da minha pessoa, eu me diverti com a auto-maluquice. E as companheiras? Todas afetadas por minha insanidade. Já percebi que quando enlouqueço levo as pessoas ao redor à mesma mágica doidice. Digo mágica por ser inocente e encantadora.
Teve até um garoto que se aproximou com um certo receio, passado alguns minutos estava contaminado com a viral anomalia.
Sabe o que percebi? É essa a felicidade. Ou pelo menos parte dela. Enlouquecer com os amigos, pular quando achar que é isso que quer, gritar quando der vontade. Viver. A vida não te espera compreender o que é felicidade. E a rotina é necessária em certas situações e afazeres, mas não em tudo!
Poxa, como foi bom. Quero viver Orlando todo dia! Ah, e sabe a garota que reencontrei do começo do texto?
Prazer, Bárbara.
